O que o abraço une, não há oceano que separe!

Essa história de true love intercontinental começou pela internet, em junho de 2017, em um bate-papo comum desses aplicativos de relacionamento, entre Yann, um Francês de Paris e eu, Amanda, uma brasileira de São Paulo.

Logo de início, o Yann me disse o quanto amava a cultura brasileira: a língua (sim, muitos gringos acham o nosso Português bem lindo!), a Bossa Nova, o Lampião, os filmes do Glauber Rocha… Disse que conhecer o Brasil era um sonho desde a adolescência, mas um sonho sem data definida.

Bem, depois de oito meses de muitas mensagens, muitos áudios e algumas chamadas de vídeo, não é que o francês decidiu comprar a passagem para atravessar o Atlântico e vir conhecer a mim e a esse “país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”? Mas que beleza! E sim, em fevereiro, que tem carnaval, pois eu disse que se ele estava interessado na cultura daqui, seria legal se viesse para a erupção musical, social e emocional que é esse período, inclusive porque eu toco em um bloco!

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Amanda Laurentin e Yann durante o Carnaval de São Paulo, em 2018

Três outros longos meses de fusos horários e expectativas se passaram, fevereiro chegou e parti pra encontrá-lo numa linda sexta-feira de carnaval, cheia de sol, luzes e sorrisos! Sim, nos olhamos e era tudo muito forte e recíproco. Os quatro dias na minha casa viraram nove, a energia do abraço era e é amor puro mesmo, e o mês de Brasil se fez em aventuras por São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, unindo amigos, os interesses do mozão, que também passeiam pela cultura japonesa, e claro, muita batucada, muito glitter e muita dança na rua!!!

Estamos juntos há quase um ano e nossa história também já presenciou três meses de chamego no Velho Mundo, quando fui para a Europa em 2018 e pudemos percorrer por Paris, cidades do interior da França, Barcelona e Lisboa. Foram muitos castelos, muita arquitetura maravilhosa e diversos estilos e períodos, muita comida gostosa – e outras nem tanto – e o principal, o amor que se reafirma, seja no dormir e acordar de todo dia, seja nos áudios de “Bom Dia” e “Boa Noite”, já que voltamos à distância física, mas não por muito tempo.

*Amanda Laurentin Silva, 31 anos, é historiadora da arte e, por enquanto, vive em São Paulo.

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